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A Flauta Mágica

Mozart

Ficha artística

Direcção musical: Pedro Carneiro
Direcção cénica: Mónica Garnel
Cenografia e Figurinos: Patrícia Costa
Desenho de Luz: Sérgio Moreira
Assistência encenação: Anna Lepännen
Maestrina elenco infantil: Rute Dutra

Elenco

Pamina: Cecília Rodrigues
Tamino: Bruno Almeida
Papagueno: André Henriques
Rainha da Noite: Patrícia Modesto
Sarastro: Nuno Dias
1ª Dama e Papaguena: Filipa Portela
2ª Dama: Rita Filipe
3ª Dama: Alexandra Calado
Monostatos: Marios Maniatopoulos
Três Meninos: Joana Almeida e Duarte Nunes

 

Orquestra de Câmara Portuguesa

“A Flauta Mágica” foi a última ópera composta pelo génio austríaco e é a ópera mais vista de sempre, desde a sua estreia em 1793, num teatro nos arredores de Viena do empresário, actor e cantor Emanuel Shikaneder amigo de Mozart que assina o seu libreto. A flauta que as três damas dão ao príncipe Tamino para enfrentar os perigos que o levarão até à sua amada Pamina, tem o poder de neutralizar o mal, a sua música opera milagres – uma metáfora para o poder universal e unificador da música.

 

Preconizando os ideais maçónicos e simbolizando a luta do bem contra o mal, da luz versus a escuridão, replecto de contradições. À boa maneira dos contos de fadas que servem de manuais de instrução para a vida, este aparentemente conto singelo, fala- nos afinal sobre as relações de poder, de casais malogrados em disputa continua, de abuso parental, da cobardia versus coragem, mas também do amor, amizade e das pequenas alegrias da vida, com o toque de humor, fantasia e música mais sublime de Mozart, irradiando uma luz que contagia todos os públicos, na versão verdadeiramente mágica encenada pela actriz e encenadora Mónica Garnel.

 

Estreia Operafest Lisboa 2023

Versão portuguesa de Alexandre Delgado
Ópera em 2 actos
Legendado em PT e EN

Excerto 1º acto, Grande Auditório Fundação Calouste Gulbenkian (2023)

Excerto 2º Acto, Grande Auditório Fundação Calouste Gulbenkian (2023)