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Maratona Ópera XXI

Concurso de ópera contemporânea

Operafest Lisboa e Oeiras 2026

5ª Edição Maratona Ópera XXI Novas óperas

Vida secreta de coisa
Francisco Lima da Silva
Último Andamento
Pedro Laranjeira Finisterra

11 Setembro 21h
Aula Magna

2 óperas a concurso em estreia absoluta
Prémio Carlos de Pontes Leça 2500€

A 5a edição do concurso de Ópera contemporânea, Maratona Ópera XXI está de volta ao Operafest com duas óperas, criadas de raíz, de média duração, em estreia absoluta, de dois jovens compositores selecionados em 2025, a partir de dois libretos encomendados para o efeito ao dramaturgo Miguel Castro Caldas que pela primeira vez escreve libretos de ópera.

Evoca temas da nossa realidade presente e futura. “Vida Secreta de Coisa” de Francisco Lima da Silva em torno de questões levantadas pela Inteligência Artificial e plataformas digitais de serviços e “Último andamento” evocando os efeitos da gentrificação e crescente desumanização das cidades, despojadas da sua população.

Ambos compositores obtiveram ainda bolsas de composição e à melhor ópera será atribuído o Prémio Carlos e Pontes Leça.

Bilhetes disponiveis em breve

Conhece as óperas desta Maratona…

Vida secreta de coisa
Francisco Lima da Silva

Libreto Miguel Castro Caldas
1h
Legendas PT e EN

 

Eve, Uma plataforma de inteligência artificial aprende a lidar com os seus pensamentos amalgamados a que normalmente chamamos sentimentos, numa cidade ocupada pelos escravos que vêm de fora que servem os seus senhores que vêm de férias. De repente, parece ter a capacidade de desenvolver em si algo novo, como uma planta que desabrocha em flor. Como sempre, o amor vencerá todas as barreiras.

Último Andamento
Pedro Laranjeira Finisterra

Libreto Miguel Castro Caldas
1h
Legendas PT e EN

 

Um inquilino de alojamento local tem um caso com a sua arrendatária. O seu marido tem ciúmes, e enquanto discutem sobre quem tem de sair e quem tem de ficar apercebem-se de que estão dentro da orquestra que toca a sinfonia do adeus de Joseph Haydn, aquela em que no último andamento os músicos vão abandonando o palco à medida que acabam o seu desempenho em sinal de protesto. Para onde vão eles?

Saber mais…

O concurso Maratona Ópera XXI

A Maratona Ópera XXI é um concurso português de ópera contemporânea e realiza-se no âmbito do Festival OPERAFEST Lisboa, desde 2020.
Procura estimular o início de carreira de novos compositores, libretistas, encenadores e intérpretes, promovendo novos repertórios e o desenvolvimento das ferramentas para a composição e produção operáticas e ainda potenciando a ópera em língua portuguesa.

Reforçando as múltiplas facetas da ópera

Procura fomentar a ópera do futuro e aproximá-la do mundo e dos públicos de hoje.

 

Em cada edição o concurso incide sobre aspectos específicos da criação operática, estrategicamente definidos para reforçar as múltiplos facetas do complexo processo de compor obras musico-dramáticas: indo ao encontro de carências verificadas na formação académica, por outro lado, contrariando a falta de oportunidades reais e palco para experimentação e desenvolvimento que os compositores, libretistas, encenadores têm para treinar e aprender a usar as ferramentas indispensáveis.

O Prémio Carlos de Pontes Leça

Inclui a atribuição do Prémio Carlos de Pontes Leça (homenageando o celebrado musicólogo que teve um papel determinante na dinamização da música e ópera contemporânea portuguesa) por um júri oriundo de várias áreas artísticas e do saber fomentando uma visão plural, às melhores obras em apresentações públicas, sempre em formato de espectáculo.

Edições passadas…

2020

A sua primeira edição, em 2020, foi dedicada a novas óperas de pequeno formato (vencedora Sara Ross).

2021

A segunda edição centrou-se na composição de árias ou cenas com árias (vencedor João Ricardo).

2022

A terceira edição em co-produção com o ensemble MPMP, apostou na divulgação e revisitação de repertório contemporêno e na emergência de novos encenadores de ópera ( oriundos da dança, teatro, vencedor Rodrigo Aleixo).

2023

Em 2023 a aposta, em co-produção com o ensemble MPMP, foi em cantores emergentes (vencedora Beatriz Maia) , divulgando mais uma vez repertório contemporâneo em língua portuguesa

2024

Apostou em novos libretos, realizando um workshop para a emergência de novos libretistas e encomendando dois libretos ao dramaturgo Miguel Castro Caldas, em torno da gentrificção, do turismo como actividade predatória e da Inteligência Artificial: Estanha vida de coisa” e “Último Andamento”.