Operafest Lisboa e Oeiras
Operafest Lisboa e Oeiras 2026 está de volta, em torno do “enigma"!
A 7ª edição do Operafest Lisboa e Oeiras sob a égide do “enigma”, arranca no cenário único do Convento da Cartuxa, com Turandot, a ópera inacabada de Giacomo Puccini e uma das mais grandiosas óperas de sempre, um concerto sinfónico dedicado comemorando os 500 anos de Camões, com a estreia absoluta do poema sinfónico Lusíadas de Nuno da Rocha em dose- dupla com Vathek de Luís de Freitas Branco e ainda As Bodas de Fígaro de Mozart. De volta à capital é a vez da estreia absoluta da performance “Anátema” celebrando Camilo Castelo Branco, Cine-ópera na Cinemateca Portuguesa, Conferências no âmbito cultural do el corte inglés e terminando com a 5ª edição do concurso nacional de ópera contemporânea – Maratona Ópera XXI , com duas ópera em estreia absoluta – A estranha vida de coisa e Último andamento, na Aula Magna.
Bem vindo ao Operafest e ao mundo trágico da ópera!
Bilhetes disponíveis brevemente
E assim foi Operafest Lisboa e Oeiras 2025
A grande festa da ópera nacional continua a conquistar público, afirmando- se como a principal porta de entrada de novos públicos para a ópera em Portugal, assim como o principal palco de talento emergente, com uma programação variada, ao encontro de todos!
A 6ª edição do Operafest 2025, liderada pela soprano Catarina Molder, com a produção da Ópera do Castelo, de 7 de Agosto a 16 de Setembro, levou a magia da ópera directamente a cerca de 11 500 pessoas, durante um mês de programação estimulante, em torno de“amores proibidos” conjugando grandes clássicos, com ópera de vanguarda e estreias nacionais. Sempre na senda da conquista de novos públicos e com casas cheias, aconteceu em novos recintos e novos parceiros de programação, expandindo-se na área da grande Lisboa.
Afirmou-se mais uma vez, nacional e internacionalmente, como um festival de ópera “fora da caixa” que se frui com a paixão de um festival pop!
“Impressionante fidelização de público deste festival, com uma vitalidade impressionante.” Opern Glass
“O Operafest habituou-nos a programas inusitados e a uma saudável convergência entre novidade e tradição” Première Loge
“O elenco ofereceu interpretações inesquecíveis.” Scherzo Magazine
“Alinhamento dos planetas no céu em Lisboa: uma produção brilhante” Première Loge
10 espectáculos de ópera
★
3 produções em estreia
★
4 óperas
★
1 estreia nacional
★
5 filmes no ciclo Cine-Ópera
★
1 rave operática
★
Oficinas para públicos variados e conferências
★
1 ópera em versão televisiva
O Operafest 2025 arrancou em Oeiras, na cenografia perfeita do Convento da Cartuxa, em Caxias, recebendo ópera pela primeira, e uma das grandes óperas de sempre: “La Traviata” de Verdi (1853), a partir da “Dama das Camélias” de Alexandre Dumas. Com um grande elenco principal protagonizado pela soprano croata Darija Auguštan que enfeitiçou o público com a beleza e mestria do seu canto, contou com a encenação estimulante do actor e encenador David Pereira Bastos, a direcção musical do maestro Osvaldo Ferreira, acompanhada pela Orquestra Filarmónica Portuguesa, também sua co-produtora.
Este novo recinto revelou condições ideais para a fruição de ópera, em quatro noites quentes de Verão, banhadas pela lua cheia. Em Outubro, foi a vez desta produção se apresentar no Europarque, no âmbito do Fimuv!
“O elenco foi notável. Darija Augustan interpretou com sucesso o papel de Violetta, talvez o mais complexo do repertório de Verdi.” L’opera internationale magazine
“Ermin Ašćerić […] é o parceiro vocal e cénico ideal. […] o seu instrumento domina todas as dificuldades da partitura com surpreendente facilidade”
“o Coro Operafest […] voltou a destacar-se por um equilíbrio ideal de teatralidade e musicalidade.”
“Ovação final mais do que merecida” Première Loge
Ainda no convento da Cartuxa, foi a vez da Rave operática banhada de pop e electrónica, com laivos operáticos ao som de Tó Trip and Fake Latinos, Bateu matou e Dj Marfox!
A Aula Magna da Universidade de Lisboa, recebeu uma produção da grande pérola do barroco “Dido e Eneias” de Purcell, pela dupla: Os Músicos do Tejo e o encenador Rui Horta. Transgressora, provocativa, comovente e genuína. Um trabalho que não deixou ninguém indiferente, gerando paixões e repúdios, à boa maneira operática.
“Entusiasmante!” Opera Magazine
“Em sintonia com a criatividade cénica e a excelência vocal desta produção, o maestro Marcos Magalhães […] mostra que a ópera de Purcell contém muitos mais tesouros”
“O formidável Coro Operafest transformado numa matilha bestial e eructante.” Première Loge
No ciclo inéditos e marcando a estreia do Operafest na Culturgest, apresentou-se a aguardada estreia nacional da ópera “Julie” (2005), do compositor belga Philippe Boesmans, que em 2022 nos deixou, e, uma obra prima do século XXI, a partir da peça “Menina Júlia”, do dramaturgo sueco August Strinberg. Em co-produção com Artway, contou com a encenação remarcável da encenadora alemã Daniela Kerck, sob a batuta do maestro Bruno Borralhinho, com um elenco de solistas virtuosos, acompanhado pelo o ensemble orquestral da beira interior.
“A cenografia de Daniela Kerck e os figurinos de Hannah König enfatizam as tensões sociais, criando uma atmosfera visual austera e poderosa.” Première Loge
“Bruno Borralhinho lutou pelo equilíbrio e claridade, conduzindo uma partitura exigente com precisão e permitindo, ao mesmo tempo, que a expressividade vocal brilhasse.” Première Loge
“O Ensemble Orquestral da Beira Interior revela uma qualidade notável” Fórum Opera
“a Kristin da jovem portuguesa […] Camilla Mandillo, causa forte impressão. […]”não só graças a uma técnica já bem dominada, mas sobretudo por um timbre fascinantemente caloroso.” Fórum Opera
Teve ainda um grande impacto mediáco com forte presença promocional, durante um período de quase 5 meses, intensificando-se nas últimas 8 semanas, em todos os meios de comunicação, com anúncios impressos, spots e baners televisivos, radiofónicos e digitais, na RTP, TSF e antena 2, principais jornais: Público, Expresso, DN, Visão entre outros, revistas e plataformas de divulgação nacional e internacional e meios exteriores, assim como assinalável presença da crítica internacional.
“O dinamismo e a audácia da Ópera do Castelo, têm de ser lembrados. Ao oferecer ao público português este Verão uma notável produção de “Julie” de Philippe Boesmans, em criação nacional e agora faz de novo trabalho pioneiro ao apresentar, também em estreia nacional “Vanessa” de Samuel Barber”
“O público potuguês não podia ter esperado melhor introdução à ópera de Barber”
“Para ocupar um lugar de honra no nosso panteão pessoal de eventos memoráveis.”
“e sobretudo a sua [Luís Rodrigues] magnífica interpretação […] revelam uma fineza notável na incarnação dramática”
“Guardamos várias imagens marcantes da interpretação de Volante.”
“Fica-se impressionado com a forma como a soprano portuguesa [Catarina Molder] se entrega desde logo, totalmente. Ao ouvi-la e ao vê-la em palco, perguntamo-nos que mosca terá picado a Callas quando recusou criar o papel-título da ópera de Barber…”
“A Orquestra Filarmónica Portuguesa dirigida por Diogo Costa […] é cúmplice atenta e inspirada deste luxuoso elenco vocal.”
“quando surge o maravilhoso Quinteto do final (‘To leave, to break…’), recebemo-lo como uma verdadeira oferta musical por parte de cantores e instrumentistas no auge da sua arte.”
Première Loge
O Operafest e a Ópera do Castelo agradecem a todos aqueles que tornaram possível a sua programação e a todo o público entusiasta que dela fruiu,
Um gigante Bem Haja Operático!!
Vivia a ópera e Viva o Operafest!!
“Calorosamente recebida pelo público, a produção confirmou o papel do OperaFest Lisboa e Oeiras, como uma plataforma para a inovação e o risco, dando espaço a intérpretes emergentes e propondo novas leituras de obras clássicas.” Usia Magazine
Mais sobre o Operafest Lisboa e Oeiras…
O festival nascido na pandemia, em 2020, com resultados inéditos de captação e fidelização de públicos,, tem vindo a afirmar-se como um dos festivais europeus mais “fora da caixa”, o maior evento nacional operático e montra mais significativa de talento nacional de todas as gerações, cruzando tradição e vanguarda, para a trazer a ópera para mais próximo do mundo de hoje.
Explorando a matéria operática de forma abrangente e apostando na renovação a todos os níveis, propõe uma programação de Verão diversificada, ao encontro de todos os públicos, numa lógica também de serviço público para colmatar carências no sector e estimular novas dinâmicas e novas descobertas, dividida em ciclos com objetivos e propostas distintas.
Programação em Ciclos variados para públicos variados
Grandes Clássicos
Grandes óperas do repertório operático revisitadas em leituras estimulantes.
Inéditos
Propõe a descobertas de títulos em estreia nacional e óperas e compositores menos conhecidos do grande público, de um passado recente.
Criações
Novas encomendas e estreias absolutas.
Maratona Ópera XXI
O concurso de ópera contemporânea que aposta no desenvolvimento da produção de ópera contemporânea a todos os níveis, da composição à encenação, estimulando a emergência de novos talentos e novos repertório.
Ópera Satélite
Convoca novas explorações e novos olhares sobre a ópera, através do cruzamento com outros géneros musicais, (Rave Operática) ou novos formatos para eplorar a matéria operática (performance, happening) como forma de cruzar públicos inusitados, atraindo artistas e criadores de outras áreas, e ainda conferências e debates, workshops variados proporcionando a descoberta e experiência directa.
Público do Futuro
Aposta na sensibilização dos mais novos novos à ópera com formatos e repertório variado.
Cine-ópera
Propõe programação em cruzamento e contágio entre o cinema e a ópera.